Mais uma vez os jornais noticiam operações militares em comunidades carentes do Rio de Janeiro (Rocinha). Como fazer a distinção entre o bandido e o mocinho? Em uma sociedade na qual o policial as vezes é miliciano, fica difícil responder a esta pergunta. Fico pensando nos traumas que as crianças destes lugares devem carregar para toda a vida convivendo com cenas tão chocantes, como as que são ornamentadas à base de pistolas e canhões. Foi-se o dia em que as flores dominavam o nosso imaginário, exalando o suave perfume da inocência que se perdeu, talvez, para sempre.

Nenhum comentário:
Postar um comentário